O Peugeot 208 Griffe 1.6 Flex 2014 automático é um hatch compacto que se destaca pelo design arrojado e um bom nível de acabamento interno para a categoria. Equipado com o motor 1.6 16V Flex (EC5) e um câmbio automático de 4 marchas, oferece desempenho adequado para o dia a dia urbano e viagens curtas.
Apesar de ser um modelo com boa dirigibilidade e conforto, exige atenção à manutenção, especialmente do câmbio automático e de alguns componentes elétricos e de suspensão. Sua desvalorização no mercado de usados é um fator a ser considerado.
Os problemas crônicos do Peugeot 208 Griffe 2014, excluindo motor e câmbio, geralmente envolvem a suspensão, componentes elétricos e, em menor grau, o sistema de multimídia. Muitos são resolvidos com manutenção preventiva adequada.
O motor 1.6 16V Flex (EC5) é, de modo geral, confiável. Seus principais pontos de atenção são a correia dentada, que exige troca preventiva a cada 60.000 km ou 4 anos (o que ocorrer primeiro), e o sistema de ignição (velas e bobinas) que, quando negligenciado, pode causar falhas de funcionamento e aumento de consumo. Sintomas incluem perda de potência, marcha lenta irregular e aumento do consumo. Vazamentos de óleo são menos comuns, mas podem ocorrer em retentores e juntas com o tempo.
O câmbio automático de 4 marchas (Aisin AT8) é mais robusto que o AL4 de modelos anteriores, mas não é isento de cuidados. A principal "vilã" é a falta de troca do fluido da transmissão. A Peugeot, como muitas montadoras, costuma indicar que o fluido é "lifetime", mas na prática ele se degrada. A troca preventiva a cada 40.000 a 60.000 km é fundamental para evitar trancos, patinação e, em casos extremos, a quebra da transmissão. Sintomas de problema incluem trancos nas trocas de marcha (principalmente em baixas velocidades ou ao engatar D/R), demora para engatar as marchas e ruídos incomuns vindo da caixa.
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