O Mitsubishi Lancer GT 2.0 16V de 2018, equipado com motor MIVEC e câmbio automático CVT, representa a última fase do sedã médio no Brasil. Ele se destaca pelo design esportivo, boa dirigibilidade e um conjunto mecânico que, com a devida manutenção, é conhecido pela durabilidade. É uma opção interessante para quem busca um sedã com visual marcante e desempenho adequado para o dia a dia, sem abrir mão de um certo toque de exclusividade.
O Mitsubishi Lancer GT é um carro conhecido por sua robustez geral, mas como qualquer veículo, possui alguns pontos de atenção que podem se manifestar com o tempo e o uso. Muitos desses problemas não são de severidade alta, mas merecem verificação.
O motor 2.0 16V MIVEC (4B11) é um propulsor de corrente de comando, o que elimina a necessidade de troca periódica como as correias dentadas, mas exige atenção ao nível e qualidade do óleo para a lubrificação da corrente e do sistema MIVEC. Falhas nesse sistema podem gerar ruídos e perda de desempenho. O câmbio CVT (INVECS-III) é o principal ponto de atenção: sua durabilidade é diretamente ligada à troca do fluido da transmissão nos intervalos corretos (geralmente a cada 60.000 km, ou menos em uso severo). A negligência na troca do fluido leva ao superaquecimento, desgaste prematuro dos componentes internos e, eventualmente, à falha completa da transmissão, que é um reparo muito caro. Sintomas de problemas no CVT incluem patinação, trancos, perda de força, ruídos incomuns e luz de advertência no painel. É crucial verificar o histórico de manutenção do câmbio.
Detalhes técnicos sobre como esta análise foi gerada por inteligência artificial.
O modelo de linguagem (LLM) usado para gerar esta análise.
Quantidade de dados enviados à IA como contexto (prompt, instruções e dados do veículo).
Quantidade de conteúdo gerado pela IA na resposta (textos, notas e checklist).
Inclui entrada, saída e tokens de raciocínio interno (thinking) — a 'reflexão' que a IA faz antes de responder. Cada token equivale a ~¾ de uma palavra.