O Alfa Romeo 155 de 1995, na versão mais comum no Brasil, equipa o motor 2.0 Twin Spark 16V e câmbio manual de 5 marchas. Este sedã esportivo é conhecido por seu design arrojado, desempenho envolvente e um ronco de motor cativante, características típicas da marca italiana. No entanto, é um veículo que exige um proprietário dedicado e com conhecimento técnico, pois sua manutenção pode ser desafiadora devido à complexidade mecânica e à escassez de peças.
É um carro para entusiastas que valorizam a experiência de dirigir e estão dispostos a investir tempo e recursos para mantê-lo em ordem. A compra de um exemplar bem cuidado é crucial para evitar dores de cabeça maiores.
O Alfa Romeo 155, como muitos carros italianos da sua época, pode apresentar uma série de problemas crônicos que não estão diretamente ligados ao conjunto motor/câmbio, mas que impactam a experiência de uso e o custo de manutenção. A elétrica é um ponto de atenção constante, assim como a suspensão e o acabamento interno.
O motor 2.0 Twin Spark 16V é um projeto sofisticado, mas exige atenção especial. O principal ponto é o variador de fase, que tende a falhar, resultando em barulho de motor a diesel e perda de potência. Sua substituição é cara. O sistema de correias dentadas é complexo, com duas correias (uma para comando e outra para balanceadores) que devem ser trocadas rigorosamente a cada 60.000 km ou 4 anos, juntamente com tensores e rolamentos, sob pena de causar danos catastróficos ao motor. O uso de óleo lubrificante inadequado ou trocas fora do prazo aceleram o desgaste do variador de fase e dos tuchos hidráulicos, que podem começar a bater. O câmbio manual é robusto, mas o sistema de embreagem (atuador e cilindro mestre) pode apresentar vazamentos. O trambulador também pode ganhar folga com o tempo, dificultando os engates.
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O modelo de linguagem (LLM) usado para gerar esta análise.
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Quantidade de conteúdo gerado pela IA na resposta (textos, notas e checklist).
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